O restaurante no papel, a hospedagem no sistema, e o consumo no meio
O mesmo sistema que vende o quarto vende o jantar
Uma tela para cada posto do serviço
Cada uma com endereço próprio, para abrir no tablet da cozinha ou deixar o salão em um segundo monitor.
Comanda por mesa ou por quarto. Bebida, refeição e serviço vão para o folio da estadia ou fecham ali no caixa, com divisão de conta entre os hóspedes.
O mapa das mesas por ambiente, com quem está ocupado, há quanto tempo e quanto já consumiu. É a tela que o maître deixa aberta o turno inteiro.
A fila do preparo por área, para ficar aberta no tablet da copa durante o serviço. O pedido entra, a cozinha marca o andamento, o salão vê.
Uma página sem login, feita para o celular, aberta pelo QR Code da mesa. O hóspede pede da mesa, do quarto ou no balcão, conforme o hotel liberar.
A fila dos pedidos feitos pelo celular do hóspede, com o número de pendentes aparecendo no menu, que é o que faz alguém olhar.
Cada item com foto, descrição, horário em que é servido, área de preparo, opções e meia porção. A ficha técnica amarra os insumos e revela o custo do prato.
O corte de A&B sobre o estoque único do hotel, com consumo pela venda, perda, custo do consumo e cobertura em dias. Não é um segundo saldo da mesma garrafa.
A nota do consumo sai no fecho da comanda, com CPF na nota quando o cliente pede. A venda fecha mesmo que a SEFAZ demore, e a nota é reconciliada depois.
Faturamento, ticket médio, mais vendidos e maior margem no período que você escolher, com exportação em PDF timbrado e em planilha.
Três maneiras de o hóspede pedir
O hotel liga só as que fazem sentido para a operação dele. O preço é sempre resolvido no servidor, nunca no celular.
O adesivo da mesa já diz onde o pedido cai. O hóspede abre, escolhe e confirma, sem falar com ninguém.
Número do quarto e sobrenome, igual ao pré-check-in. O consumo vai para a conta da estadia.
Quem não é hóspede se identifica pelo nome e paga ali mesmo, sem conta de quarto.
A ficha técnica é o que transforma preço em margem
Cada item do cardápio aponta para os insumos que ele consome, com quantidade. Quando o insumo muda de preço, o custo do prato muda com ele, e o relatório deixa de responder só quem vende mais para responder quem dá lucro. A venda também baixa o estoque pelo que realmente saiu, com a perda registrada à parte.
Cada propriedade liga o que usa
Uma pousada com cinco mesas e um hotel com restaurante, bar e room service não operam igual. Mesa, ambiente, garçom, tela de cozinha, cardápio digital e meia porção são interruptores por propriedade, e o menu de cada equipe mostra só o que aquela unidade ligou.
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